O papel do edifício inteligente na proteção do nosso ambiente

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October 6, 2017

As cada vez mais restritivas normativas relacionadas com a proteção ao meio ambiente e a eficiência energética fazem com que o setor da construção se questione sobre uma mudança de modelo. Assim, os projetos de arquitetura mais avançados focam na construção de edifícios inteligentes capazes de, entre outros feitos, minimizar o gasto energético. Mas o que é um edifício inteligente?

O que é um edifício inteligente?

Um edifício inteligente é aquele que se serve das últimas tecnologias para melhorar, por um lado, a sua utilização e controlo por parte dos usuários, e, por outro, a sua eficiência energética. Uma das características é o uso da domótica, ou seja, um conjunto de mecanismos cujo objetivo é o de automatizar os edifícios. Assim, através de um sistema integrado de telecomunicações, podem ser programadas, tanto do interior como do exterior, a iluminação, as persianas, os eletrodomésticos, ou o sistema de ventilação mecânica, entre outros. Graças a este uso controlado e a uma gestão eficiente dos recursos, não apenas se obtém o máximo conforto e bem-estar, como se pode minimizar o gasto de energia que implica a utilização de um edifício.

No que diz respeito às instalações de ventilação mecânica, quando falamos de controlo inteligente, referimo-nos à implementação de dispositivos capazes de adaptar o caudal de ventilação, necessário para obter um ar interior de qualidade, às condições de humidade, de CO2, etc.

Edifícios de consumo de energia quase zero: o paradigma do edifício inteligente

Um edifício de consumo de energia quase nulo é aquele que minimiza ao máximo a demanda energética. Durante o seu design, construção e uso, são empregues fontes de energia renováveis —para minimizar a pegada ecológica, ou seja, as emissões de CO2—, e sistemas de armazenamento de energia. É importante lembrar que tão importante quanto a geração de energia, ou até mais, é a conservação da mesma. Trata-se de lograr que o edifício atue como um termo: evitando a dissipação da energia para o exterior através das suas fechaduras.

Os nZEB (pela sua sigla em inglês), são edifícios altamente eficientes capazes de funcionar de uma maneira quase autónoma. A elevada poluição da atmosfera, causadora do aquecimento global do planeta, levou as autoridades a tomarem atitudes. Assim, desde a União Europeia promove-se a construção deste tipo de edifícios. Não é à toa que todas as construções públicas de obra nova devem ser nZEB a partir de 2018. No caso de edifícios de obra nova privados, a data foi fixada para 2020.

Arquitetura sustentável: uma questão urgente

A construção de edifícios eficientes é mais do que uma necessidade:
  • Protege o meio ambiente, graças à diminuição das emissões de CO2, ao uso de energias renováveis (solar, eólica, hidráulica, geotérmica…) e à redução dos resíduos gerados.
  • Protege a saúde das pessoas. Graças à qualidade do ar interior dos seus espaços, podemos afirmar que edifício inteligente é sinónimo de saúde, conforto e bem-estar.
  • A longo prazo, representam uma economia econômica. Se bem é verdade que num primeiro momento o investimento pode ser um pouco maior, a prática supressão dos sistemas convencionais de aquecimento e arrefecimento, a implementação de controles em todos os sistemas de instalações (iluminação, proteção contra incêndios…) e o uso de dispositivos de controle dos consumos, resultam numa redução do consumo energético, e por consequência, da fatura econômica.

Siber Ventilação

Fabricante de Sistemas de Ventilação com Alta Eficiência Energética. A Siber oferece um conjunto de soluções de alta eficiência energética em ventilação eólica e mecanicamente inteligente, melhorando a Saúde, Higiene e Conforto das pessoas, sendo respeitosa com o meio ambiente.