Arquitetura eficiente para reduzir a poluição nas cidades

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November 29, 2019

Grande parte das emissões de CO2 que acabam na atmosfera são geradas pelo setor da construção. Assim, novos projetos arquitetónicos surgem com força, desenvolvendo um tipo de arquitetura eficiente que neutralize ou reduza a sua concentração.

A arquitetura e a sustentabilidade ambiental são dois conceitos unidos em prol de satisfazer o bem-estar comum. O edifício do amanhã deve estar cimentado num design cuidado que limite a incidência das instalações, minimize o consumo energético, reduza os gastos e diminua o desenvolvimento de resíduos e poluição.

Edifícios ecológicos, uma tendência em alta

É uma realidade, os edifícios ecológicos estão na moda e nada faz pensar que seja uma tendência passageira. Baseiam-se na busca de soluções arquitetónicas para reduzir o consumo energético através da aproveitamento do calor diurno e da iluminação natural, e do uso de sistemas de energia alternativos.

Mesmo desde a sua construção busca-se esse reforço ecológico através do uso de materiais reciclados ou não poluentes que geram menos resíduos e poeira. O mais importante de um edifício inteligente é contar com recursos suficientes que levem a um gasto de energia e de recursos naturais mínimo.

Agora bem, para que o edifício seja o mais ecológico possível é necessário implementar medidas inteligentes como sistemas de ventilação eficientes, melhoria do isolamento térmico em paredes e coberturas, e aperfeiçoamento do fecho de portas e janelas.

A climatização em lares ambientalmente responsáveis

Dentro dos principais gastos que se geram numa habitação está a climatização. Nesse sentido, o sistema domótico surge como uma maneira eficiente de evitar o sobre gasto ao mesmo tempo que se promove um lar ecológico mais responsável.

A esta automatização em termos de gestão energética, bem-estar e segurança poderíamos adicionar sistemas de reciclagem e poupança de água para que a habitação adquira o caráter de autossuficiente. No caso da casa de banho, uma filtragem e reutilização da água do chuveiro, e em relação a pisos e paredes, o uso de materiais naturais e ecológicos.

Cidades compactas e renovadas

Trata-se de uma ação concreta, perfeitamente realizável, que significaria uma melhoria na qualidade de vida presente e futura. Seria conveniente travar as políticas intensivas de nova construção, pelo menos no que se refere à sua demanda especulativa, atendendo apenas à real.

A aposta iria direcionar-se para a reabilitação de edifícios já existentes, mantendo assim o processo natural do solo e a vegetação, bem como os aquíferos porosos da água subterrânea, e potenciando uma maior mobilidade urbana para ganhar eficiência económica e melhorar a qualidade do ar.

Compensação e absorção de CO2

As construções de edifícios produzem toneladas de CO2 e a melhor maneira de equilibrar a balança seria através do desenvolvimento de programas de compensação. Os materiais usados na construção devem ser de baixo impacto e contar com uma certificação que garanta a ausência de substâncias contaminantes ou tóxicas.

Por outro lado, os projetos de biodiversidade vegetal têm a capacidade de absorver o CO2 do ambiente, graças às espécies vegetais que são utilizadas como revestimento em fachadas e coberturas. Assim, essas composições sustentáveis dotam o edifício de uma estética horizontal bela, enquanto melhoram a sua capacidade energética e a qualidade do ar.

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